Sinto falta do meu eu passado,
Aquela que ñ sofria por nada, indiferente a tudo e a todos
Aquela q viajava nos livros sem se importar com quem estava ao seu redor
Aquela q sofria calada, e segurava suas barras sozinha, sem precisar de nada e nem de ninguém
Aquela q só vivia pro vôlei e p/ os estudos, e ñ se importava nem um pouco com q os outros penssassem sobre isso.
É... eu era feliz assim.
Ñ sei descrever o meu eu de hj, ainda conservo um pouco disso.
Mas ñ consigo enfiar a cara nos livros, ou ser indiferente com as pessoas q se importam com isso.
Eu passei a me importar e infelizmente me importo.
e sofro por me importar.
Quero parar de chorar qdo perco um jogo, qdo assisto a um filme estúpido ou qdo vejo alguém sofrendo.
Quero esquecer do mundo qdo leio, esquecer as minhas boas lembranças com as pessoas e lembrar o qto já me feriram.
Acho q é disso q eu preciso, lembrar o qto as pessoas são letais, o qto ferem
Na verdade elas ñ ferem e sim torturam
Torturam sem saber e sem se importar...
Se eu quiser atingir meus objetivos, tenho q esquecer de tudo e de todos, ñ posso deixar nenhum resquício de sentimento ficar á minha frente, me deixando amolecer ou fraquejar.
Pq sempre as pessoas ferem, ferem demais.
Mas cada vez q fico indiferente, confesso q meu coração dói demais.
Mas pelo menos q ele está protegido!
Quero meu eu passado...
domingo, 26 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Amar é masoquismo
Amor é masoquismo e é nesse masoquismo que não me deleito, me esbanjo ou me seduzo.
Não nasci com a capacidade de abrir mão do meu eu pelo o outro, talvez o problema não seja nem o meu eu e sim a minha incapacidade de asimilar o outro.
Me orgulho de nunca ter sentido borboletas no estômago, pernas trêmulas, enfim... Aqueles típicos sinais de paixonite.
E se pensas que isso não acontece, por que nunca me apaixonei, sinto em refutar essa possível tese, já me apaixonei e esqueci tantas vezes que, hoje em dia, acabo fazendo isso automaticamente.
Sinceramente acho bonito o sentimento, mas ele não foi feito pra mim, o amor pode até ter sido feito pra todos, mas não estou disposta a assumir seu risco, pois de riscos, já basta minha vida sem ele.
Gosto do conforto que a falta dele me proporciona, choro com um coração partido, alegro-me com reconciliações, e só isso, não me permito participar desse jogo incerto, pois nos jogos eu entro pra ganhar, mas se sei que os riscos são maiores que os benefícios, então prefiro me abster desse jogo.
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